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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Algumas conclusões sobre Papai Noel
Felizmente a infância é um período em que a gente não faz cálculos complexos. Seria duro acreditar que, sem uma boa rede de distribuição internacional e uma mega expertise em logística, alguém conseguiria a proeza de marcar presença em milhões de lares mundo afora.
Crianças também não têm a mínima noção da dificuldade que as articulações de um velhinho como Papai Noel enfrentariam, especialmente depois de sacolejarem horas a fio num trenó. Por maior que seja a generosidade de Noel, seus joelhos anciãos dificilmente sobreviveriam incólumes à terceira descida de chaminé.
Em tempos de violência, é muito fácil derrubar a versão de que alguém entrou e saiu de nossa casa sem que as imagens do intruso fossem registradas nem o alarme disparasse.
Em tese, a história de Papai Noel torna-se cada vez menos verossímil. Em tese. Porque a tecnologia noelesca nunca foi tão factível. A base de dados, por exemplo: em nível nacional, bastaria a Papai Noel contar com a ajuda do IBGE para identificar e localizar as residências onde moram crianças no Brasil. Como saber quais os presentes que a meninada quer? Nada que a NSA de Obama não possa resolver.
Conclusão: Natal é chato, Renan Calheiros é careca e o Paraguai não faz bons vinhos. Hic.
sábado, 21 de dezembro de 2013
domingo, 15 de dezembro de 2013
sábado, 14 de dezembro de 2013
A vida é um filme
Você faz hora extra, dorme pouco, aguenta cliente chato, engole sapo e trabalha feito louco o ano inteiro. Enfim, recebe o décimo-terceiro e vem um iluminado metido a especialista lhe dizer que você deve usar o dinheiro extra para quitar dívidas e não fazer compras por impulso. Como é o nome do filme? "Desejo de matar".
Notícias de última
Por Bia Triz
“Somos os maiores consumidores de pregos do Brasil e um dos maiores de madeira e tinta. Cada telenovela precisa, em média, de sessenta cenários, que são muito sofisticados". A declaração é da assessora de imprensa do Projac, Renata Puppim, e foi publicada em reportagem da revista Exame. Silvio Santos garante que o SBT é o segundo maior consumidor de pregos e o maior comprador de imãs do país. Além do elenco, quer atrair também parte do estoque da Globo e superar a concorrente em número de pregos. Não pode ver um objeto pontiagudo que Silvio dispara: “Venha cá, você, venha cá, você!”
Mandela nem imaginava o quanto seu funeral iria repercutir na mídia por motivos que passam longe do exemplo de pacifismo e grandeza históricos que ele deu à humanidade. Um presidente serelepe que posa para uma ‘selfie’ orquestrada pela primeira-ministra da Dinamarca, Helle Thorning-Schmidt, e provoca ciúme e ira na primeira-dama dos Estados Unidos? Isso foi fichinha, até porque depois se concluiu que as coisas não foram bem assim. Quem desafiou todos os exercícios de criatividade, foi o improvável e inimaginável falso intérprete da linguagem de sinais. Além de deixar claro que a única pessoa que estava segura mesmo no estádio FNB (Soccer City), em Johannesburgo, era o próprio Mandela. O tradutor fajuto ficou a metros de distância de mais de 90 chefes de Estado, com total liberdade para trocar os gestos ininteligíveis com os quais fingia traduzir os discursos para a linguagem de sinais pelo arremesso de um sapato na direção de Barack Obama, por exemplo. A propósito, a super-equipe de espionagem da NSA não rastreou o plano do falso intérprete? Deviam estar ocupados fuçando os emails a presidente Dilma Rousseff, desconfiados que ficaram ao ver na lista dos passageiros da FAB um tal de FHC. Escrita às pressas, a sigla ficou parecendo THC e os americanos acharam um absurdo que a mandatária brasileira levasse uns baseados na viagem. Mas desistiram de intervir quando souberam que seriam cerca de 80 kg de THC, digo, FHC. Consideraram um crime menor, considerando que no Brasil, avião de senador transporta quase 500 kg de cocaína, com combustível pago por dinheiro público.
Na contramão do movimento capitaneado por grandes estrelas da MPB que defendem a autorização prévia como requisito para a publicação de biografias, a cantora Daniela Mercury parece querer justamente o contrário. A julgar pela rapidez com que chegou ao mercado o livro “Daniela & Malu: uma história de amor”, lançado em São Paulo na última quarta-feira (11), a baiana quer mesmo é movimentar o mercado editorial. Daniela não deve criar dificuldades para biógrafos que quiserem relatar seus 48 anos de vida completados julho deste ano. E isso inclui, claro, o momento saia-justa que a cantora proporcionou ao estimular a jornalista Fátima Bernardes a beijar a atriz Giovanna Antonelli, que vai interpretar uma personagem homossexual na próxima novela das 21h. Num esforço extremo para soar natural, Fátima até que argumentou bem: "Ah, tá bom! Mas eu não sou atriz, né?", disse a apresentadora, frustrando a torcida de William Bonner. Danadinho.
sábado, 7 de dezembro de 2013
sábado, 30 de novembro de 2013
Reflexões
Sentia uma sombra de culpa porque ficava muito tempo sem ligar para alguns amigos até que lembrei: telefone é bidirecional.
Quase passou pela minha cabeça que eu era rude com certas pessoas, aí me dei conta que apenas reagia à rudeza delas.
Ou seja, sempre fui uma pessoa ótima.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Enigmas da MPB
Por Bia Triz
Polêmicas biográficas à parte, ninguém pode negar a maestria de Chico como compositor. Mas convenhamos que nem sempre é possível compreender certas letras. É provável que o verso de "Bye bye, Brasil", por exemplo, guarde em si algum significado especial. Bom mesmo é ter um caminhão?. Será? Não sei. Mas imagino que esse trecho da canção deva fazer um grande sucesso com o pessoal da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Notícias de última
Por Bia Triz
Foi Vanessa Alcântara quem revelou ao Ministério
Público Estadual e à polícia os detalhes sobre como a máfia do ISS funcionava
na capital paulista. Vanessa, que é ex-mulher de Luís Alexandre Magalhães, um
dos quatro fiscais presos e acusados de envolvimento no esquema, concedeu uma
entrevistada à revista Istoé e contou mais detalhes sórdidos sobre seu
ex-companheiro, o trâmite interno da corrupção, além de fazer revelações sobre
o que ela viveu quando vivia ao lado de Magalhães e depois que a relação
acabou. “Ele mantinha um boneco do Al Capone sobre a mesa.”, disse a certa
altura da entrevista. Mais à frente deu detalhes sobre ritos que aconteciam nos
bastidores da roubalheira como, por exemplo: “Quando os blocos de dinheiro
chegavam desorganizados, nós sentávamos no tapete de casa, espalhávamos aquela
dinheirama e separávamos em pacotinhos iguais para os quatro do esquema”. Nova área do conhecimento: Organização
Criminosa e Métodos.
Mas uma das principais surpresas da entrevista de
Vanessa fica por conta do relato feito por ela sobre os percalços da relação
dela com o fiscal. Depois de contar que ele tinha um ciúme doentio, brigava e
até mesmo batia nela, que tomou “vários chutes e socos na barriga”, Vanessa
justifica o fato de não ter rompido com Magalhães: “ele tem uma conversa
terrível, bom de lábia. Depois das brigas, ele acabava levando buquês de flores
e até uma guia espiritual para intermediar as crises”. Nada a ver com os
“passeios de iate, jantares caríssimos regados pelos melhores vinhos e fins de
semana em luxuosos hotéis” que, segundo a revista, Luis Alexandre lhe
proporcionava à custa do dinheiro do povo de São Paulo. #muitoamor.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
domingo, 10 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Notícias de última
A presidente Dilma Rousseff abriu o jogo: lamenta não conseguir quebrar a rotina e arranjar uma brecha na agenda presidencial para namorar. Em entrevista ao grupo RBS, do Rio Grande do Sul, em Brasília, confessou: “Seria muito bom fugir para namorar”. Considerando que, segundo ela, isso não tem sido possível, e considerando que nunca na história desse país a presidenta esteve tão 'sorridenta', fica a pergunta: será que a chefe do Executivo namora um dos seus interlocutores? Ou será outra a fonte de alegria da petista? Obama, meu filho, libera aí esse relatório pra a gente!
O outdoor traz o anúncio sobre o show do Roupa Nova. Em destaque, a informação de que será com a ‘formação original’ da banda. Em outras palavras, de novo mesmo, só a roupa.
E agora o vocalista do Roupa Nova canta “Você lembra, lembra daquele tempo?...” e o tecladista responde: “pô, velho, não lembro, não...”
Em Minas Gerais, algumas prostitutas vão aceitar pagamento por meio de cartões de crédito e débito. “A novidade, segundo a presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), Cida Vieira, somente foi possível graças a uma parceria com a Caixa Econômica Federal”, noticia o G1. Falta só o pessoal do marketing da CEF escolher um nome para o programa, sem trocadilhos. Os mais cotados são o Master Rapidinha, o Visa Sex e o I feel so good Card.
A polêmica sobre as biografias chegou à capital federal e para a surpresa de muita gente, o deputado Tiririca defendeu a necessidade de autorização prévia para a divulgação de sua biografia. Ele quer no mínimo dois anos para avaliar o material. – Preciso de tempo para ler, teria dito o parlamentar.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
De Monalisa a Witte Fibe
Assim como na literatura, na arte de rir, nós não podemos deixar de reverenciar os clássicos. E que nunca nos esqueçamos: se for autêntico, o riso será sempre inédito.
Hoje é dia de...
Por Bia Triz
Hoje, 6 de novembro, é o Dia do Riso. De todos os clichês que são repetidos em datas comemorativas, o mais irritante e hipócrita é “na verdade, todo dia deveria ser o dia dos”... pais, das mães, dos filhos das mães etc. Irrita porque desvaloriza a tal data que, afinal, foi criada para fazer uma deferência especial ao homenageado do dia. Hipócrita porque a gente sabe que não dá para homenagear ninguém nem nada todo dia. Nem o amor da vida da gente é interessante, apaixonante nem tampouco ‘homenageável’ todos os dias. Ok, para tudo ou quase tudo há exceção. Mas esse não é o caso do lugar-comum em questão. Apesar dos indiscutíveis benefícios físicos, psíquicos etc do riso, nem no dia dele haveríamos de concordar que “todo dia deveria ser o dia do riso”. Muito pelo contrário. O bom do riso é que ele é essencialmente subversivo. Entra sem pedir, chega sem avisar, se espalha à revelia de qualquer tipo de controle. O riso é senhor do seu calendário e cria quando quer o dia e a hora em que deseja ser homenageado. A nós cabe obedecer, sorrindo.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Notícias de última
Por Bia Triz
O presidente nacional do PT, Rui Falcão, foi assaltado, em Brasília. Os dois homens armados levaram cerca de R$ 1 mil. A polícia ainda não tem pistas sobre o partido, digo, o paradeiro dos meliantes.
Por falar em político roubado, vem da Bahia outra notícia do gênero, mas com um quê de piada pronta. Bandidos tomaram de assalto o carro do secretário municipal de Transporte, o ex-deputado federal José Carlos Aleluia. Mas a polícia baiana não ficou parada (sacou o trocadilho?) e três dias depois localizou o carango.
“Opa. Levei um bom choque”. A autora da frase é a presidente Dilma, que tomou um choque elétrico enquanto discursava durante a inauguração da Via Expressa, em Salvador. “Desapega, Dilma”, teria dito Edson Lobão, atual ministro das Minas e Energia, pasta que já foi comandada por Dilma Rousseff. A dúvida é se Lobão se referia ao microfone ou ao ex-presidente Lula.
Ainda sobre o choque de Dilma. A corrente otimista do PT minimizou o fato: - Pior seria encontrar Marina Silva vestida de baiana, com um ebó na mão e o registro do Rede Sustentabilidade na outra.
sábado, 2 de novembro de 2013
Sem estrada, nada feito
Por Bia Triz
A história é real e aconteceu em 2011, em Barbacoas, num pequeno vilarejo da Colômbia. Para pressionar as autoridades a fazerem melhorias na única rodovia que interliga o lugar ao resto do país, mulheres criaram o Movimento das Pernas Cruzadas e se recusaram a ter relações sexuais com seus companheiros enquanto a tal rodovia não fosse melhorada. Foram 109 dias de jejum, mas nada foi resolvido, conta a Superinteressante, ao informar que “por isso, este ano o movimento voltou com força”. Dessa vez, os resultados já começaram a aparecer. “Segundo John Otis, jornalista de Bogotá, os engenheiros responsáveis pela obra anunciaram o início da reforma: até escavadeiras foram vistas no local”, relata a revista. Há rumores de que, dessa vez, o Movimento Pernas Cruzadas ganhou reforço de outros dois importantes grupos, como o Movimento Boca Fechada e o Mãos Entrelaçadas.
A história é real e aconteceu em 2011, em Barbacoas, num pequeno vilarejo da Colômbia. Para pressionar as autoridades a fazerem melhorias na única rodovia que interliga o lugar ao resto do país, mulheres criaram o Movimento das Pernas Cruzadas e se recusaram a ter relações sexuais com seus companheiros enquanto a tal rodovia não fosse melhorada. Foram 109 dias de jejum, mas nada foi resolvido, conta a Superinteressante, ao informar que “por isso, este ano o movimento voltou com força”. Dessa vez, os resultados já começaram a aparecer. “Segundo John Otis, jornalista de Bogotá, os engenheiros responsáveis pela obra anunciaram o início da reforma: até escavadeiras foram vistas no local”, relata a revista. Há rumores de que, dessa vez, o Movimento Pernas Cruzadas ganhou reforço de outros dois importantes grupos, como o Movimento Boca Fechada e o Mãos Entrelaçadas.
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