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domingo, 5 de janeiro de 2014
sábado, 21 de dezembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Notícias de Última
Por Bia Triz
No mundo inteiro, a imprensa divulgou o presentinho que a atriz Angelina Jolie comprou para seu amado, Brad Pitt. Segundo fonte ouvida pelo tabloide britânico The Daily Mirror, a moça pagou algo em torno de R$ 50 milhões por uma ilha para presentear seu maridão, que completa 50 anos no próximo dia 18 e não é Benjamin Button. O detalhe: a ilha, que fica localizada a cerca de 80 km ao norte da costa da cidade de Nova York, tem formato de coração. E se, em vez de atriz de Hollywood, Angelina Jolie fosse jornalista no Brasil? Brad Pitt ganharia no máximo uma ilha de edição.
Se a vida imita a arte e Félix vai vender cachorro-quente na novela, o ex-bilionário Eike Batista vai viver de quê? Na bolsa de apostas, a venda de coleira é a mais cotada. A inscrição? Eike Dureza.
Deu na Folha:“As duas mulheres que giram em torno do fiscal Luís Alexandre de Magalhães, um dos pivôs da máfia do ISS em São Paulo, querem capitalizar mais que 15 minutos de fama. (...) a personal trainer Nagila Coelho, que namora Luís há quatro meses, aproveita a exposição na mídia para lançar coleções de biquíni”. Ainda segundo o jornal, a ex-namorada de Luís, Vanessa Alcântara (capa da IstoÉ), testemunha-chave na delação do escândalo, garante que vem sendo assediada para posar nua e participar de reality shows, “mas afirma que seu foco agora é a política”. Isso mesmo: Vanessa pretende disputar as eleições de 2014. Já escolheu até o slogan: "Ser ladrão é muito fácil, quero ver ser honesto no meio de tantos ladrões". Prova cabal de que se trata de uma mulher de valores: depois de usufruir da apropriação indevida deles, agora promove a inversão de valores.
Se tudo sair como planejado por José Dirceu, ele vai trabalhar como gerente no Hotel Saint Peter, em Brasília, e receberá o módico salário de R$ 20 mil. Na capital federal e nos corredores do hotel circulam rumores de que, tão logo assuma o cargo, Dirceu pretende implementar mudanças nos procedimentos relativos à entrada e saída de hóspedes. O ex-ministro vai adicionar aos processos de check-in e de check-out, o procedimento de check-ão, cujo monitoramento eletrônico será feito por Delúbio Soares, diretamente do Papuda Hostel. Além disso, Dirceu reduzirá o número de caixas de sugestões: serão só duas. A número um ficará no hall de entrada do hotel. Já a Caixa 2 será instalada no gabinete de Dirceu. Tucanos de alta plumagem garantem que a informação procede.
domingo, 24 de novembro de 2013
Aves, políticos e mensalões
sábado, 16 de novembro de 2013
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Natan, o mensalão e a privataria
O presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa, aproveitou o silêncio do feriado na capital federal para acelerar o ritmo de trabalho e expediu 12 mandados de prisão contra 12 condenados no processo do mensalão. Irão todos para Brasília, em princípio. Ninguém festejou mais a decisão que o deputado afastado Natan Donadon (sem partido-RO), condenado a mais de 13 anos de prisão por formação de quadrilha e pelo desvio de quase R$ 8,5 milhões da Assembleia Legislativa de Rondônia - à época Donadon era diretor financeiro da instituição. “Só falta agora o pessoal do PSDB: a turma da privataria e o pessoal do cartel do metrô”, teria dito o parlamentar. Ele lamenta que a galera da máfia do ISS deva ficar detida em São Paulo. O deputado-presidiário está organizando uma festa natalina - inclusive, já encomendou alguns panetones ao ex-governador José Roberto Arruda - e convidou a cantora Simone para fazer uma versão especial: "Então, é Natan, e o que você fez?...", ao que todos na carceragem respondem: "eu não fiz nada!".
Notícias de última
Por Bia Triz
Foi Vanessa Alcântara quem revelou ao Ministério
Público Estadual e à polícia os detalhes sobre como a máfia do ISS funcionava
na capital paulista. Vanessa, que é ex-mulher de Luís Alexandre Magalhães, um
dos quatro fiscais presos e acusados de envolvimento no esquema, concedeu uma
entrevistada à revista Istoé e contou mais detalhes sórdidos sobre seu
ex-companheiro, o trâmite interno da corrupção, além de fazer revelações sobre
o que ela viveu quando vivia ao lado de Magalhães e depois que a relação
acabou. “Ele mantinha um boneco do Al Capone sobre a mesa.”, disse a certa
altura da entrevista. Mais à frente deu detalhes sobre ritos que aconteciam nos
bastidores da roubalheira como, por exemplo: “Quando os blocos de dinheiro
chegavam desorganizados, nós sentávamos no tapete de casa, espalhávamos aquela
dinheirama e separávamos em pacotinhos iguais para os quatro do esquema”. Nova área do conhecimento: Organização
Criminosa e Métodos.
Mas uma das principais surpresas da entrevista de
Vanessa fica por conta do relato feito por ela sobre os percalços da relação
dela com o fiscal. Depois de contar que ele tinha um ciúme doentio, brigava e
até mesmo batia nela, que tomou “vários chutes e socos na barriga”, Vanessa
justifica o fato de não ter rompido com Magalhães: “ele tem uma conversa
terrível, bom de lábia. Depois das brigas, ele acabava levando buquês de flores
e até uma guia espiritual para intermediar as crises”. Nada a ver com os
“passeios de iate, jantares caríssimos regados pelos melhores vinhos e fins de
semana em luxuosos hotéis” que, segundo a revista, Luis Alexandre lhe
proporcionava à custa do dinheiro do povo de São Paulo. #muitoamor.
domingo, 10 de novembro de 2013
sábado, 9 de novembro de 2013
sábado, 2 de novembro de 2013
É tudo verdade
Por Bia Triz
Antes de perguntar a alguém "isso é verdade?", confira que horas são. Pesquisadores da Universidade Harvard descobriram que pessoas falam mais mentiras no turno vespertino, noticia a revista Superinteressante. Eles fizeram um texto com voluntários que consistia no seguinte: “numa tela de computador apareciam dois quadros, e eles tinham de dizer em qual dos dois havia mais pontinhos. Só que eles não seriam premiados pela resposta correta – e sim pelo número de vezes que escolhiam o lado direito da tela. Todos fizeram a brincadeira duas vezes: entre as 8h e 12h e entre as 12h e 18h. E todos eles tendiam a mentir mais no período da tarde (por mais que fosse evidente qual era a resposta certa, eles fingiam acreditar que no lado direito havia mais pontos)”. A explicação para esse jeito-Pinóquio-de-ser no turno da tarde é metabólica, digamos. “Segundo os cientistas, nosso autocontrole diminui ao longo do dia – e junto com ele, lá se vai também nossa capacidade de evitar mentiras ou trapacear”. Curioso que as sessões legislativas, nas câmaras federal e municipais, assembleias legislativas e Senado são majoritariamente vespertinas. Mera coincidência. A pesquisa mencionada pela Super revelou que o horário “só não fez diferença entre os desonestos: eles mentiam sempre, independentemente do relógio”. Não é o caso dos nossos parlamentares. A propósito, redigi esse texto ontem à tarde.
sábado, 19 de outubro de 2013
Cem anos de lentidão
Por Bia Triz
Como se trata do Brasil, devemos acrescentar ao título acima a expressão “e corrupção”. Lembra da obra de transposição do rio São Francisco? Pois bem. A conclusão do primeiro canal da transposição, cuja inauguração foi prometida pelo ex-presidente Lula para 2010, está muito longe de ser concluída. No ano passado, a execução da obra avançou pouco. Muito pouco, pouquíssimo. Mais precisamente: 1%. Com isso, só deve ficar pronta no fim de 2015. Por que está caminhando tão vagarosamente? Segundo informações do Ministério da Integração Nacional à folha os vilões dessa história são problemas burocráticos relativos a novas licitações e morosidade na liberação de recursos para o projeto. Tem que mandar essa tal burocracia participar do quadro 'Medida Certa', do Fantástico. Talvez ela consiga ser mais ágil.
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Dilma, a moderninha
Por Bia Triz
Não se falou de outra coisa no fim de semana: a polêmica sobre as biografias não autorizadas, a descoberta de que o governador de SP, Geraldo Alckmin, esteve (está?) na mira do pessoal do PCC e o resultado da pesquisa Datafolha, realizada na sexta (11), cujo resultado revelou que a presidente Dilma Rousseff seria reeleita no primeiro turno se a eleição fosse hoje e seus adversários fossem Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). “Nessa simulação, Dilma tem 42% das intenções de voto; Aécio, 21%; Campos,15%. Brancos, nulos ou nenhum somam 16%. Outros 7% não sabem em quem votar”, noticiou a Folha. Ou seja, Dilma voltou a bombar, como previu o marqueteiro do governo e do PT, João Santana. Quando o bicho estava pegando com protestos pelo Brasil afora em junho e a popularidade de Dilma despencava do 60º andar, Santana preconizou: em no máximo quatro meses, a aprovação da presidente estaria de novo em ascensão. Bingo! Nos últimos tempos, ficou evidente que um dos públicos prioritários das ações de marketing de Santana são os jovens. Senão, vejamos: Dilma recebeu, entre cliques, sorrisos e pose para foto, o autor do perfil Dilma Bolada, que já bateu a casa das 540 mil curtidas no Facebook. Agora, surge a notícia de que a presidenta quer aprender a pilotar mota, digo, moto. Resta saber qual será a próxima estratégia do marqueteiro do Palácio do Planalto para que Dilma siga conquistando a simpatia da juventude. Estaria entre os planos de João Santana a troca do avião presidencial por uma Harley Davidson? Ou a presidente vai protagonizar um vídeo testando o equilíbrio numa slackline? Ou a próxima experiência da presidente moderninha será tatuar o rosto de Snowden no antebraço esquerdo e dar um rasante de asa delta na Casa Branca? Impossível prever, mas seja lá o que for, Caetano e Chico antecipam: só pode entrar na biografia da presidente se ela autorizar.
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Marina Silva, Veríssimo e Cazuza
Por Bia Triz
Mais do que as notas musicais da escala diatônica, mais do que as letras do alfabeto, muito mais do que os dedos das mãos: o Brasil tem hoje 32 partidos políticos. Haja ideologia para dar identidade a tanta agremiação. Se cada um dos 26 estados (mais o Distrito Federal) tivesse direito a um partido, ainda restariam cinco para o TSE ratear entre os interessados. E a onda agora é fugir do óbvio: nada de começar o nome do partido com a palavra partido. A tendência primavera-verão da política nacional é misturar cores e ousar nas nomenclaturas. Na passarela do Brasília Fashion Week já desfilam o Solidariedade (SDD) e o Partido Republicano da Ordem Social, cuja sigla é PROS – que provoca uma vontade quase irresistível de, só por pirraça, propor a criação da Contras (Confraria Organizada Niilista Trabalhadora Rebelde Aguerrida e Socialista). Reta final da eleição e vem a manchete: “Equilíbrio marca debate entre PROS e Contras; eleitorado segue indeciso”. A Rede de Marina Silva por enquanto é sem fio, sem conexão e sem candidato. Sustentabilidade por ora é sinônimo de PSB e o livro de cabeceira da ex-ministra é ‘Olhai os lírios do Campos’, uma releitura pernambucana e de olhos verdes da obra de Érico Veríssimo. Quanto ao SDD, resta saber quem serão os maiores beneficiários de tanta solidariedade e a quem foi mesmo que Paulinho pediu uma Força para viabilizar o registro da legenda. Quer saber? “Meu partido é um coração partido. E as ilusões estão todas perdidas”. Ave, Cazuza!
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Dilma, Che e os aneis de Saturno
Por Bia Triz
O carisma pode não ser o mesmo do ex-ocupante do Palácio do Planalto, mas a presidente Dilma Rousseff tem se revelado tão habilidosa na arte de surpreender quanto o companheiro Lula. Depois de sobreviver a vaias, manifestações e queda de popularidade, a chefe do Executivo não para de nos brindar com declarações e gestos insólitos. Dilma ganhou as manchetes dos jornais e a simpatia dos marcianos ao externar o seu respeito pelo ET de Varginha. Dias atrás, a presidente do Brasil se lançou numa aventura similar àquela vivida na década de 50 por Ernesto Che Guevara, à época, apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro no bolso que estudava medicina e resolveu percorrer a América do Sul sobre duas rodas. É verdade que a audácia da mandatária foi bem mais modesta, pelos menos se considerada a extensão do percurso que a danadinha fez em Brasília a bordo de uma motoca. O passeio inusitado da presidente instigou as más línguas. O que andam dizendo: inspirada numa cena antológica do cinema que envolve uma bicicleta e um certo ser extraterrestre, Dilma queria visitar um amigo por quem tem “todo o respeito”. Questão de lógica: de moto seria bem mais rápido.
sábado, 17 de agosto de 2013
Depois do Mais Médicos
Por Bia Triz
Outro dia, o Piauí Herald fez chiste com o programa Mais Médicos, do governo federal, ao “noticiar” que a presidente Dilma Rousseff anunciaria a contratação de 30 mil jornalistas cubanos, decisão motivada pela preocupação da sucessora de Lula com a queda de sua popularidade. No mesmo tom de sacanagem, o blog afirmou: “Os jornais amanheceram destacando a liderança carismática de Dilma, a coragem de José Dirceu e o bigode de Mercadante”. Após a divulgação da pesquisa Datafolha revelando que a aprovação da presidente subiu seis pontos, os planos de Dilma mudaram. Ela já discute com os ministros a implantação de dois novos programas em moldes semelhantes. O ministro da Educação avalia os últimos detalhes para a implantação do Mais Professores de Português, que importará profissionais da Coreia do Sul e da China. Eles receberão R$ 1,99 por hora/aula. Com a retomada do crescimento de sua popularidade, Dilma decidiu expandir fronteiras dos programas sociais e vai lançar também o "Mais ETs". Com todo respeito.
Vai que cola...
Por Bia Triz
Deu no Estadão: O Senado gastou cerca de R$ 2 milhões para comprar 1,4 milhão de selos – “considerando o valor de R$ 1,20 para uma carta comum - em um ano e quatro meses, mas não sabe o que foi feito com o material”. Aberta há dois meses, uma auditoria tenta desvendar o mistério da avidez dos diletos senadores por enviar tantas correspondências e apura os gastos dos parlamentares e da área administrativa com a cota postal. “Funcionários já foram afastados e a distribuição de mais selos, proibida”, informa o jornal. Entre os aficionados por selos está o senador Gim Argello (PTB-DF). Detalhe: a família dele é proprietária de agência franqueada dos Correios na capital federal. "Não me lembro, não. Foram quantos? Normalmente, mando carta quando tem aniversário de eleitor, mas não estou lembrado de ter pedido", disse Argello, que é líder do PTB. O presidente do Senado, Renan Calheiros, (re)assumiu o posto prometendo ser austero com as despesas. Mas há quem garanta que, no caso dos selos, Renan deu, por assim dizer, carta branca a seus pares.
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